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25 de out de 2010

Shopping Morumbi

Em 03/10/2010 Shopping Morumbi

Contação dos livros da Coleção Forrobodó Editora Formato
A música representa um grande estímulo à criança, aguça a sua sensibilidade, a sua criatividade e desenvolve suas emoções. A coleção Forrobodó convida artistas visuais contemporâneos, com um pé na música, para interpretar graficamente a letra/o poema de uma composição.

De início, como já é de costume, saí pela loja com os meus chocalhos a fazer um "leve barulho" abordando pais e filhos que estavam presentes para que fossem "se achegando" alí no espaço infantil onde dalí há poucos minutos aconteceria uma apresentação de Contação de Histórias para pequenos e grandes.

Tarzan-O filho do alfaiate/Noel Rosa
Em TARZAN-O filho do alfaiate: A impressão passada foi a de que nem tudo o que parece é.


Tarzan o filho do alfaiate/Composição: Noel Rosa

Quem foi que disse que eu era forte?
Nunca pratiquei esporte, nem conheço futebol...
O meu parceiro sempre foi o travesseiro
E eu passo o ano inteiro sem ver um raio de sol

A minha força bruta reside
Em um clássico cabide, já cansado de sofrer
Minha armadura é de casimira dura
Que me dá musculatura, mas que pesa e faz doer
Eu poso pros fotógrafos, e destribuo autógrafos

A todas as pequenas lá da praia de manhã
Um argentino disse, me vendo em Copacabana:
'No hay fuerza sobre-humana que detenga este Tarzan'
De lutas não entendo abacate
Pois o meu grande alfaiate não faz roupa pra brigar

Sou incapaz de machucar uma formiga
Não há homem que consiga nos meus músculos pegar
Cheguei até a ser contratado
Pra subir em um tablado, pra vencer um campeão

Mas a empresa, pra evitar assassinato
Rasgou logo o meu contrato quando me viu sem roupão
Eu poso pros fotógrafos, e destribuo autógrafos
A todas as pequenas lá da praia de manhã

Um argentino disse, me vendo em Copacabana:
'No hay fuerza sobre-humana que detenga este Tarzan'
Quem foi que disse que eu era forte?
Nunca pratiquei esporte, nem conheço futebol...

O meu parceiro sempre foi o travesseiro
E eu passo o ano inteiro sem ver um raio de sol
A minha força bruta reside
Em um clássico cabide, já cansado de sofrer

Minha armadura é de casimira dura
Que me dá musculatura, mas que pesa e faz doer

Surgiram músicas como "O Pagode na casa do gago" entre outras.

As Pombas/Raimundo Correia

Vai-se a primeira pomba despertada...
Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas
De pombas vão-se dos pombais, apenas
Raia sanguínea e fresca a madrugada...

E à tarde, quando a rígida nortada
Sopra, aos pombais de novo elas, serenas,
Ruflando as asas, sacudindo as penas,
Voltam todas em bando e em revoada...

Também dos corações onde abotoam,
Os sonhos, um por um, céleres voam,
Como voam as pombas dos pombais;

No azul da adolescência as asas soltam,
Fogem... Mas aos pombais as pombas voltam,
E eles aos corações não voltam mais...

As pombas trouxeram à lembrança de pais e filhos músicas antigas e outras nem tanto.
Algumas tão antigas que eu nem me lembrava mais: Groselhas vitaminadas MILANI; Café SELETO; Casas Pernambucanas; Dominique; Manhãs de Setembro; 23 De agosto; London London; Loira Gelada; Estação Inferno; Não se reprima; Velha Infância; etc.
E mais as as músicas infantis lembradas pelo público infantil que, infelizmente teve "vergonha"
de nos dar uma palhinha.



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