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8 de mar. de 2012

Um Nó Na Cabeça- Rosa Amanda Strausz- FTD

Recebi um convite irrecusável: Apresentar alguns lançamentos da
Editora FTD nas Livrarias da VILA!!!
Bahhh! Adorei! Me senti honrada e, até importante, rsrs.
Um dos livros é Um Nó Na Cabeça da Rosa Amanda Strausz.
Apresentei a história do Tico no dia 28 de janeiro.
Um menino peralta que estava sempre aprontando alguma confusão.
Quando abrimos o livro, a história abriu os braços bem compridos e nos envolveu 
num abraço tããão gostoso que... Todos nós fomos morar dentro da história!
Todo mundo ficou sendo um pouco dono da história.



Num mundo muuuito distante, vive um carneiro-menino ou, um menino-carneiro.
E, como todo menino, esse menino tem um nome. O nome dele é...
- ARTHUR com "H"! Sugeriu um dos meninos presentes.
Bom, Arthur é muuuuito ocupado.
Durante o dia, Arthur faz tudo o que os outros meninos fazem. IGUALZINHO!
Ele...
-Anda de skate... (grita um garoto, levantando o braço)
-Ele solta pipa. (e as sugestões vão surgindo)
-Ele joga bola.
-O Arthur gosta de... de... de ajudar o jardineiro.
-...Toca bateria!
E assim, o nosso Arthur, menino-carneiro, ia fazendo coisas que a gente faz ou, aquilo que a gente gostaria de fazer. Mas além de todas essas ocupações, Arthur também tem um trabalho, ele é...
-Piloto de avião.
-Médico que cuida da cabeça das pessoas!
ISSO! O Arthur, piloto de avião, leva as pessoas pra voar num lugar longe, onde só se pode ir montado no sonho... E ele cuida da cabeça das pessoas, ensina as pessoas a terem imaginação pra depois conseguir sonhar!!!
-O sonho é igual um trem: em cada parte tem uma coisa... tem parte que tem pesadelo. Mas quando a gente quer sair do pesadelo, a gente pede pro maquinista abrir abrir a porta... daí a gente sai daquela parte e vai pra outra, onde não tem pesadelo!!! (isso quem disse foi a Valentina, linnnda, de 4 anos)
Quem aqui já pediu para o maquinista parar porque precisava muuuito "mudar de parte" no trem??? Rsrs...
Tem noites em que o nosso sono se esconde tão bem escondido que a gente procura ele por todo lado e não acha! Então a gente precisa que alguém ajude a gente a procurar o sono. É nessa hora que o Arthur vem!
Ele fica numa fila de carneiros, esperando a vez de também pular a cerca...
Mas, ele não tem paciência, então... Começa a procurar outras coisas além do nosso sono.
Ah, daí ele encontra um livro que tem uma história bacana que a gente gosta; encontra uma música guardada e esquecida na nossa lembrança... álbuns com fotos de pessoas de quem a gente tá com saudade...

E assim, Arthur, o menino-carneiro que tem Um Nó Na Cabeça foi trazendo lembranças boas que embalam o nosso sono, os nossos sonhos, a nossa realidade... Arthur, foi fazendo aparecer sorrisos. Ai, ai... BOMMM!
Um Nó Na Cabeça-Rosa Amanda Strausz

1 de mar. de 2012

Fatos Relevantes : A história dos Três Porquinhos segundo o Lobo Mau

Fatos Relevantes : A história dos Três Porquinhos segundo o Lobo Mau
VI, GOSTEI E TROXE do blog


Cheguei agora a pouco do tribunal. O juiz deu-me ganho de causa ao condenar Cícero, Heitor e Prático a trezentos mil reais por danos morais e materiais. Cem mil para cada um daqueles malditos porcos. Também quem manda colocar o meu nome na lama por tanto tempo, fazendo com que gerações e mais gerações aprendessem uma história repleta de mentiras absurdas sobre o que aconteceu naquela manhã de setembro.
Não nego que aprecio carne de porco. É um dos meus pratos prediletos, sobretudo se assado num fogão à lenha. Mas daí afirmar que eu queria comer aqueles três míseros porcos, isso já é demais. Primeiro porque o trio era muito amigo do meu filhote Wilber. Os quatro viviam brincando pelas redondezas, inclusive lá em casa, onde, se eu realmente quisesse, facilmente os teria devorado sem que ninguém soubesse.
Depois, porque o mais velho salvou a vida de um primo meu no verão passado, quando tentava atravessar a nado uma represa aqui perto. A partir daí fiquei amigo dos irmãos porcos, pelo menos até o dia em que inventaram aquela história de que eu tentei invadir suas casas para almoçá-los. Os autos do processo da ação indenizatória que ajuizei contra eles mostram outra versão dos fatos. Senão, vejamos.
Morávamos todos próximos uns dos outros, numa clareira localizada no extremo norte da Floresta Azul. Após três semanas sem chover na região, o verde da mata começou a dar lugar a uma folhagem seca, que, a qualquer sinal de fogo, poderia desencadear um incêndio devastador.
Preocupado com a situação, resolvi estocar água e comida que fossem o suficiente para mim e meus filhotes passarmos, no mínimo, três meses sem sair de casa. Ainda tive a iniciativa de ajudar alguns vizinhos a fazer o mesmo, sobretudo os jabutis e as preguiças, por razões óbvias.
E não deu outra. Um homem vindo da cidade andou cá por estas bandas, deixando cair da janela do seu possante (adivinha!) uma ponta de cigarro acessa. Algumas horas depois o fogo começou a tomar conta da parte leste da Floresta, matando tudo que era tipo de planta e bicho.
Após uma hora, o incêndio chegou ao sul onde felizmente já estávamos de sobreaviso. Fui um dos primeiros a avistar a fumaça aproximando-se de nossas cabeças. Para piorar, o vento soprava barbaridade, ajudando a espalhar as chamas. Então resolvi ir de porta em porta avisar aos meus vizinhos da catástrofe que estava prestes a acontecer.
Tudo ia relativamente bem, até que, por infelicidade minha, resolvi bater na porta de Heitor. Não sei por cargas d’água, ao me ver pela fresta da porta, o porco mais novo e mais preguiçoso dos três começou a gritar. Para completar, a ventania que servia de combustível para o incêndio (e não o meu assopro que mal apaga vela de aniversário) abalou a frágil estrutura da sua casa, feita, a contragosto do irmão Prático, de palha, fazendo com que o leitão saísse correndo como um louco até a casa de Cícero, seu irmão mais novo.
Não percebi, entretanto, que aquela gritaria tivesse sido originada em razão da minha presença. Assim, corri atrás de Heitor, indo bater na porta do outro porco, pedindo – vejam só quanta ingenuidade de minha parte – para que procurassem um outro abrigo. Também ali o vento bateu forte, derrubando metade da casa de tábua em que se escondiam. Assustados, saíram em disparada até a sólida residência de Prático, o porco mais inteligente da família.
Dando-me por vencido, resolvi voltar para minha toca, a fim de preparar meu filhote para fugir dali o quanto antes, quando, de repente, vi um lobo, ao que parecia bastante jovem, na casa de Prático, junto aos irmãos porcos. Imediatamente pensei: “Meu Deus! Wilber está aí dentro correndo perigo. Preciso fazer alguma coisa antes que seja tarde demais!”.
Desesperado, bati na porta da casa de Prático com toda a minha força, sem saber que os malditos porcos estavam também desesperados com a minha presença. Impedido de entrar para pegar meu filhote, resolvi dá uma de Papai Noel. Com muito esforço – já não era mais aquele jovem de outrora – subi telhado acima, para, em seguida, descer cuidadosamente pela chaminé da casa.
Acontece que os danados dos leitões colocaram um imenso caldeirão fervendo bem na descida da chaminé, onde eu caí e, por pouco, não morri afogado. Em seguida, com o couro pegando fogo, saí correndo feito um maluco porta a fora, gritando e pedindo por socorro. A dor era tanta que só me lembro de ter olhado de soslaio a procura do meu filho e ter encontrado, para alívio meu, apenas um lobo de pelúcia.
Minutos depois reencontrei Wilber, em nossa toca, chorando pela minha ausência. O fogo já havia se alastrado floresta adentro e estava a poucos metros de onde estávamos. Mesmo sem condições físicas, consegui colocar meu “bambino” nas costas (só de pensar me arrepio da dor que senti) e saí atrás de um lugar seguro.
Esse foi o maior incêndio da história da Floresta Azul. A fauna e a flora do local ficou em ruína. Das casas existentes, apenas uma ficou de pé: a do porco Prático. Graças a sua estrutura bem reforçada, ela continuou quase que inabalável depois do desastre. Temo, entretanto, que o seu dono tenha de vendê-la para pagar a indenização que ganhei na Justiça pelos danos suportados por mim e, principalmente, pelo meu filhote.
Hoje, cego e entrevado numa cadeira de rodas, não guardo qualquer mágoa dos três irmãos porcos. Nem fico triste quando ouço os adultos contando erroneamente a história que acabei de narrar. Só não gosto de ser chamado de “Lobo Mau”, já que eu nunca tive maldade em meu coração nem nas minhas atitudes. Como disse ao juiz na audiência, o ruim dessa história não sou eu nem os porcos que quase acabaram com a minha vida.

Afinal de contas, não somos nós que colocamos fogo em nossas matas, destruindo frágeis ecossistemas, seja por descuido, como foi o presente caso, ou pelo dinheiro, como o é na maioria das vezes.

19 de fev. de 2012

IBIRAPUERA

Em 08/09/2011 as 16:00 horas me apresentei no Shopping Ibirapuera.



Fazendo a divulgação dos Livros: Mega mente, Mega Mal, Mega Azul, Mega Genial e Eu Sou Megamente ambos da Editora Caramelo.

Sinópse:


Conheça Megamente, o mais brilhante supervilão que o mundo já conheceu! E também o mais fracassado... Neste livro, ele conta como tem sido sua vida desde a chegada a Metrocity, quando ainda era um bebê vindo de um planeta distante, das tentativas de pôr fim a Metroman, o amado herói da cidade, e de como, finalmente, conseguiu se livrar dele de uma vez por todas. Também explica por que teve de criar um novo herói para a cidade — Titã —, que acabou se tornando um vilão mais terrível que o próprio criador...


18 de fev. de 2012

Pet a esperta

Um breve resumo da apresentação da história "Pet a Esperta" no shopping Cidade Jardim em 11/02/2012

Preparado o cenário para a história "Pet, a Esperta" de Lilia Iasi, saí pelo corredor do shopping a convidar as famílias a virem assistir à apresentação.
Também dei algumas voltas pela loja e, comecei como sempre, com a história do meu nome.
Acesos os sorrisos nos rostos de pequenos e grandes, chega a hora de Pet a Esperta.
Assim como nós, Pet também "começou" no coração de alguém. Depois foi para a cabeça e virou projeto, e depois se tornou real.
A ideia, o projeto, a realização desse projeto deu tão certo que Pet virou um sucesso!
Ela nasceu no meio de pessoas que gostavam muito dela e esperaram bastante tempo até que ela chegasse.
Pet era aninhada, acarinhada... o tempo todo e, gostava muito disso.
Quem aqui A-DO-RA um carinho? Adora se esparramar num colo bem aconchegante pra ouvir uma história antes de dormir, ou pra ouvir uma música, ou pra ser acarinhado?
(Muitas mãozinhas pra cima, muitos sorrisos nos rostinhos, muitos pares de olhinhos brilhantes...)
Quando a lata de Lixo Reciclável virou com a força do vento, Pet caiu no chão e foi levada pela água.
Depois de muito correr e percorrer um longo caminho pelo esgoto sujo, se sentindo perdida, sem saber o que iria acontecer com ela... Pet chegou a um rio.
No rio, ao ver um peixinho engasgado com um saco plático, ela percebe que o peixe está numa situação pior ainda que a dela!!!
O peixinho tinha se perdido dos pais, estava longe de casa, sozinho e ainda sem conseguir respirar! Pet, o ajudou tirando o plástico de sua boca... Ele foi embora felizzz!
Ao chegar num lugar cheio de muito lixo e um montão bem grande de outras garrafas como ela, Pet e todas as outras garragas foram "resgatadas" por um catador de "material reciclável" foram levadas a um grande depósito, lá receberam um bom banho e ficaram limpinhas novamente. Passaram por um processo de "desfazimento" e... Foram feitas novamente mas, desta vez, já não eram garrafas pet's... eram tecido!!!
Os tecidos que nasceram das garrafas, serviram para fazer roupas.
É. Isso mesmo! ROUPAS.
Roupas de frio, de calor.... e até roupinhas para bonecas!!!

12 de fev. de 2012

Projeto: ADOÇÃO

Oi. Tô de assunto novo, pra variar.
Bom, estava vendo na TV (REDE TV) o programa ACONTECEU e,
a reportagem abordava o tema ADOÇÃO que eu A-M-O-O-O-O
indicado na reportagem, adicionei aqui alguns títulos de livros infantis
sobre ADOÇÃO e, recomendo que visitem também...

Então você chegou... e a família ficou completa!
Lisa é uma menina muito esperta. Sabe andar de patinete, adora desenhar, brincar de amarelinha ou jogar memória com a mãe. E não dispensa a companhia do seu gato, Conrado, ou do coelho de estimação. Mas tem dia que ela não está com muita vontade de brincar. Às vezes, por exemplo, está pensativa, querendo alguma coisa... É que Lisa adora ouvir sua própria história, que é muito especial.
Então, chegada a sua hora favorita do dia ? de tardezinha, quando os pais terminam o trabalho ?, lá vão todos para o sofá. Lisa busca seu álbum de fotos, para que a mãe conte a história de como seu pai, sua mãe e ela (e o gato Conrado e o coelho) formaram uma linda família.
Com belíssimas ilustrações de Almud Kunert e um texto de grande sensibilidade, este livro conta a história de uma adoção. Delicadeza à parte, seu enfoque prático é de grande valia no tratamento de um tema ainda de difícil abordagem. Por todos esses méritos, Então você chegou... e a família ficou completa! foi agraciado com o título de Livro do Mês pela Academia Alemã de Literatura Infanto-juvenil.
O Livro Magico Da Bruxinha Nicolau

Durante seiscentos anos, a bruxinha Nicolau ficou esquecida em seu casulo dentro de uma gruta. Um dia o casulo se rompeu, a bruxinha veio ao mundo e foi encontrada por um casal que a adotou, desconhecendo sua natureza de bruxa. Tantas foram as esquisitices que ela inventou, que seus novos pais, com o tempo, acabaram se acostumando e achando tudo normal. Na festa de seu aniversário, Nicolau conheceu Zé Maria, um garoto que não acreditava em coisas sobrenaturais. Então, para convencer o novo amigo e também para conhecer as próprias origens, ela foi com ele ao centro da Terra, onde os dois encontraram a Livraria do Tempo e tiveram surpreendentes revelações sobre o passado, o presente e o futuro.

Que maravilha!! Deus, num toque de mágica abriu a portinha da imaginação para que esta emocionante historinha de Maria Estrelinha, pudesse num misto de carinho, ternura e sinceridade, pular para o papel. Confesso que se tivesse lido essa historinha antes, teria desta forma contado aos meus filhos. Quantas ESTRELAS ficam perambulando pelo céu, sem saber como contar ou até mesmo pensando se devem contar.


Dona Estrela e João Estrelão dão a receita para que Estrelinhas saibam sim a verdade, de forma encantadora e convincente. Márcia, a você fortes doses de amor, e com certeza nos reencontraremos no céu para brilharmos ainda mais, iluminando o mundo com a idéia da ADOÇÃO.

DIÁRIO AO CONTRÁRIO

Eduardo é um adolescente que, embora não goste muito de escrever e ache que “diário é coisa de menina”, um dia sente vontade de registrar por escrito momentos marcantes de sua vida. Essa vontade aparece depois que o maior de todos os seus sonhos se realiza. Assim, nasce o diário ao contrário!
Dudu volta no tempo e vai relembrando os acontecimentos dos últimos meses até chegar no dia 24 de dezembro, véspera de natal, quando ele recebe o maior de todos os presentes: uma família!

10 de fev. de 2012

Projeto: Dia da BRUXA

Onde tem bruxa tem fada.....
Bartolomeu Campos Queirós
Esta é uma história de fadas, mas uma história diferente. Numa linguagemextremamente poética,
o autor conta a história de uma fada que volta para o mundo de hoje –
que não tem mais lugar para as fadas. Os mágicos – ou bruxos e bruxas –
 fazem parte da alegoria que, sutilmente, critica aqueles que não sabem sonhar,
que trocam afantasia e os desejos puros por necessidades fomentadas artificialmente,
que só concebem um mundo registrado, carimbado, controlado.
As próprias crianças, acostumadas a isso, nem sabem mais identificar seus desejos.
Embora seja uma crítica perspicaz ao mundo moderno, o texto felizmente nos mostra um
contraponto e uma luz de verdadeira esperança: o fato de que nos sonhos –
ou seja, intimamente –, as crianças sabem que a fantasia é possível e necessária,
que o encantamento é mais importante do que a magia.
Além de propiciar um belo trabalho com a linguagem, o livro
abre portas para discussões fundamentais para aquele que será o adulto de amanhã.

Projeto: Dia do irmão

Meu Irmão - Toquinho

Meu irmão,
Faz muito tempo faz
Que eu não te canto
Uma canção.
Que eu não te conto uma aventura,
Um sonho, uma ilusão.
Que eu não me sento calmamente
Junto com você.
O tempo passa...

Meu irmão,
Comigo os dias normalmente
Cumprem sua função
Entre sinuca, futebol,
Amor e violão.
Mas quando o tempo escurece,
Vêm os temporais,
E nem blasfêmias, crenças, preces
Não ajudam mais,
E a gente perde a paz...
Aí eu lembro de você
E essa lembrança me agiganta.
Me faz vencer a dor
E quando caio me levanta.
Me faz conter o tempo
E põe o mundo inteiro
Em minhas mãos...

Você meu grande herói,
Mais poderoso que o inimigo.
Você, constante amigo,
Meu distante companheiro.
Você, que o tempo inteiro
Não tem medo do perigo, não.


Amor inteiro para meio - irmão
Autor : Cristina Agostinho

Lelena era filha única até receber uma noticia que teria um irmaozinho ( Dogaberto ). Quando dogoberto masceu Lelena foi até a cidade para conhecer o irmaozinho, e no começo ela não queria aceitar o seu irmaozinho, mais com o tempo que ela foi ficando com perto dele ela começa a gostar, ela o amava mas não sabia só com muita paixão que ela foi descobrindo aos poucos. E no fim ela não queria desgrudar do irmão


JOÃO E MARIA
Autor(es): RUTH ROCHA

"Conta de novo!" Quem conhece as crianças, sabe: quando gostam de uma história, querem que ela seja repetida tantas vezes quantas houver alguém disposto a ler ou contá-la novamente. Esta série reúne alguns dos mais populares contos de fadas, recontados por Ruth Rocha de maneira simples, mas encantadora, de forma que as crianças bem pequenas possam acompanhar a narrativa. As bonitas ilustrações e o formato grande criam um clima especial, envolvendo ouvintes e leitores no mundo mágico criado por estas histórias.