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16 de set. de 2011

Livraria PONTO DO LIVRO

A VIDA ÍNTIMA DE LAURA-Clarice Lispector

Vim contar mais uma experiência de contadora de histórias: Cheguei na livraria encima da hora!!! O lugar é extremamente aconchegante, gostoso messsmo! Tem um ambiente familiar que faz com a gente se sinta na sala de nossa própria casa. ADOREI!!!
Eu estava usando um caso de medos: medo de não ser aceita, medo de ser aceita, medo de não conseguir falar tudo o que eu havia estudado, medo de falar demais (isso sempre acontece), rsrs.  Eu estava apavoradaaa! Em todas as apresentaçoes eu me sinto apreensiva, numa espectativa louca, um iceberg na barriga, borboletas voano em meu estômago... Eu estava tomada pela emoção!!! ...Era a minha primeira vez na Livraria Ponto do Livro e tudo tinha que dar muito certo!!! Me tranquei no banheiro pra me trocar e, substitui o casaco de medos por um casaco de coragem...

Lá estavam o RICARDO e sua família, logo chegaram Maria Luisa e a mãe, rsrs, a convite meu, rsrs.
Ainda antes de eu iniciar a história da galinha mais simpática do galinheiro, o RICARDO já se mostrava absolutamente aberto à participação, rsrs, começou perguntando se eu tinha ajudante. Eu que não sou boba nem nada, rsrs, percebi que ele estava com segundas intenções: Fazer aquela muvuca na mala... Um barato!!!

Bom, contei a história do meu nome, um pouco da minha vida... Quando eu falei do meu casamento, fui surpreendida por uma pergunta: E, ONDE ESTÁ O SEU ANEL??? Era o RICARDO perguntando da aliança, rsrs. É... Dei uma resposta rápida. Crianças não gostam e nem têm tempo para explicações longas, são cansativas. Os adultos é que gostam de ficar explicando, falando...
Depois, fui entrando de mansinho na vida íntima de Laura.



 
E foi assim que a fofoca sobre A VIDA ÍNTIMA DE LAURA aconteceu...
Afff! Chegou a tão esperada hora de mostrar ao meu público os diferentes brinquedos e dizer como cada um foi feito...
Usei o meu contador de segredos para contar um segredo para o RICARDO, a MARIA LUISA riu... Eu mostrava os brinquedos e entregava-os nas mãos deles: pais e filhos para que vissem e copiassem.
A sensação foi bem bacana quando mostrei o microfone, rsrs. CANTEI!!! As crianças gostaram de ouvir a música AQUARELA do TOQUINHO. Cantei bem demaisss! Também, com um microfone desse, qualquer pessoa (até eu), consegue cantar e impressionar.
Atendendo a pedidos, repeti.
Por fim, deu tudo muito certo simmm! Consegui atingir o meu objetivo: Levar um pouco de encanto para crianças pequenas e grandes.

GOSTEI!!!

9 de set. de 2011

Ponto do Livro recebe Eliana Cavalcanti para contação de história de Clarice Lispector


A atriz e contadora Eliana Cavalcanti durante uma de suas apresentações
Dia 10 de setembro, às 15h, a Ponto do Livro – Livraria, Café & Arte recebe a atriz Eliana Cavalcanti para a contação “A vida íntima de Laura”, do livro “O Mistério do Coelho Pensante e Outros Contos”, de Clarice Lispector (Editora Rocco).

A história “A vida íntima de Laura” conta a história de uma galinha, a Laura, que tem ‘defeitos’ tais como um pescoço feio e o fato de ser pouco inteligente. Apesar disso, a personagem tem um talento especial: botar ovos. “Nessa história, a escritora Clarice Lispector aborda temas como o medo de morrer, o preconceito e o fato de que mais importante do que ter beleza e riqueza, é ter um talento, seja ele qual for”, diz Eliana.

A atriz Eliana Cavalcanti começou a sua carreira como voluntária da Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) Viva e Deixe Viver. É formada em artes cênicas e, há seis anos vem se aperfeiçoando na arte de contar histórias por meio de dezenas de cursos na área.

Serviço: Contação “A vida íntima de Laura”, com Eliana Cavalcanti. Faixa etária: livre. Dia 10 de setembro, às 15h. Entrada Franca. Ponto do Livro – Livraria, Café & Arte. Rua Alves Guimarães, 1322, Pinheiros (próximo ao metrô Sumaré). Telefone: 2337-0507. Site: www.pontodolivroecafe.com.br.

31 de ago. de 2011

ROSE Contando Histórias

Esta é a ROSE, Contadora de História que também trabalha no Programa Recreio nas Férias aqui em Osasco. Apesar disso, nós não nos conhecíamos. Foi um prazer imenso tê-la conhecido e ter visto a apresentação dela no Programa Prefeito em seu Bairro no Jardim Rochdalle.
A ROSE contou várias vezes a história da chapeuzinho vermelho. Usou um fantoche todo fofo, 3 em : Capeuzinho-Vovó e Lobo!!! Amei o fantoche! ela me deixou fotografá-lo e eu já fiz um pra mim, rsrs. A ROSE contando história é uma inspiração gostosa de ver, ouvir, sentir... ADOREI!!!



Aula de maquiagem... PALHAÇOS

 Palhaços!!! Rsrs, turma "8"
ADOROOO

 EU de peruca de lã, feita por mim!

 Esse chapéu eu fiz usando um cachepô. GOSTEI!!!

Fantoche TRIPLO Chapeuzinho-Vovó-Lobo




23 de ago. de 2011

Projeto Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

DIA INTERNACIONAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

A 37ª Sessão Plenária Especial sobre Deficiência da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, realizada em 14 de outubro de 1992, em comemoração ao término da Década, adotou o dia 3 de dezembro como Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, por meio da resolução A/RES/47/3. Com este ato, a Assembléia considera que ainda falta muito para se resolver os problemas dos deficientes, que não pode ser deixado de lado pelas Nações Unidas.
A data escolhida coincide com o dia da adoção do Programa de Ação Mundial para as Pessoas com Deficiência pela Assembléia Geral da ONU, em 1982. As entidades mundiais da área esperam que com a criação do Dia Internacional todos os países passem a comemorar a data, gerando conscientização, compromisso e ações que transformem a situação dos deficientes no mundo. O sucesso da iniciativa vai depender diretamente do envolvimento da comunidade de portadores de deficiência que devem estabelecer estratégias para manter o tema em evidência.


Soldadinho de Chumbo-Andersen
De um pedaço de cano velho de chumbo, surgiram 25 Soldadinhos de Chumbo, com espingardas ao ombro e uniformes em vermelho e azul.
Aoserem tirados da caixa pelo aniversariante, foram colocados numa mesa bem enfileiradinhos. Seriam idênticos não fosse por um deles que só tinha uma perna (a quantidade de chumbo era pouca e não deu para a outra), mas, isso não impedia que êle ficasse em pé como os outros.
A sala estava cheia de brinquedos mas, o que mais chamava a atenção do Soldadinho era uma senhorita à porta de um castelo de papel. Vestida de bailarina num tecido vaporoso, com um xale seguro a uma lantejoula, tinha braços e uma das pernas levantados; o Soldadinho mal conseguia ver, de tão levantada a perna estava. Pensou, então, que ela também , como êle, teria uma só perna. O Soldadinho se apaixonou, embora se achasse pobre morando numa caixa de sapato e ela linda, num castelo.
À noite, acontecia sempre uma festa entre os brinquedos; só a Bailarina e o Soldadinho não se mexiam: êle, o tempo todo olhando para ela e ela naquela pose na pontinha do pé. À meia-noite, quando o relógio bateu....dom....dom..........,de dentro de uma caixa de rapé, pulou um duende que logo foi mandando o Soldadinho tirar os olhos de cima da Bailarina. Como êle não atendeu,o duende malvado o ameaçou:-" Espere só até amanhã, você vai ver uma coisa!" -Pela manhã, a ameaça se concretizou e o Soldadinho foi atirado, pelo vento,láaaaaaaaaa fóra. Como chovia, a água o levou e fez com que êle passasse por muitos lugares, pelas mãos de várias crianças e até por um peixe foi engolido, mas, tantas voltas deu que voltou ao seu ponto de partida. Reconheceu as crianças que brincara, os brinquedos seus amigos e principalmente, quem lá estava garbosa e linda? Sua senhorita. Êle quase chorou lágrimas de chumbo. Êles se olharam e nada disseram.
Não sabemos se o duende foi o causador, mas, uma das crianças, sem razão aparente, arremessou o Soldadinho ao fogo que ardia na lareira. Êle sentiu um calor horrível. Seria de amor? Os dois se olharam enquanto lentamente êle foi perdendo as cores e derretendo. Uma rajada forte de vento jogou a Bailarina na lareira e uma chama a consumiu, rapidamente. Deles só restou uma bolinha de chumbo em forma de coração e uma lantejoula queimada preta como carvão.

Projeto "Consciência Negra"

Menina Bonita do Laço de Fita - Ana Maria Machado
Um coelho branco apaixonado por uma criança negra. Isso é possível? Sim, e a comprovação está nas páginas do livro Menina bonita do laço de fita, de Ana Maria Machado. Nosso coelhinho, aliás, vai além: quer também ter a pele escura, igualzinha à da linda menina.
O simpático coelhinho faz de tudo para conseguir seu intento: entra numa lata de tinta preta, come jabuticabas até passar mal e toma inúmeras xícaras de café. Tudo em vão!
Entretanto, quando a lindíssima mãe da criança entra em cena, tudo se explica para o curioso animal. Daí para a frente, o coelho segue um caminho natural que o leva a se aproximar cada vez mais de sua admirada criança negra e do seu objetivo de ter os pêlos escurecidos.
Além do caráter lúdico de sua criação, a autora coloca em cena, nesta obra, diversos aspectos muito debatidos nos dias de hoje, como a auto-estima das crianças negras e a fraternidade inter-racial. Razão suficiente para tornar Menina bonita do laço de fita um excelente livro infantil, com alta dosagem de sensibilidade.

As Tranças de Bintou - Sylviane A. Diouf
O sonho de Bintou, uma menina africana, é ter tranças como todas as mulheres mais velhas de sua aldeia. Mas, como ainda é criança, tem de se contentar com os birotes.
As tranças de Bintou é uma história comovente que permite repensar o Brasil através dos costumes africanos. A autora Sylviane A. Diouf, filha de pai senegalês e mãe francesa, criou uma delicada história sobre a angústia do rito de passagem e o aprendizado do crescimento. As ilustrações de Shane W. Evans reforçam beleza, tradição e encantamento da cultura africana. Um belo exercício de respeito à pluralidade cultural e ao amadurecimento. Para crianças alfabetizadas. 



Ynari - A menina das cinco tranças - Ondjaki
Ynari é uma menina com cinco tranças e muita vontade de conhecer as palavras do mundo. Certa manhã, passeando perto do rio, Ynari encontra um homem pequenino, de uma aldeia distante da sua, onde vivem muitos seres pequenos por fora e grandes por dentro, cada um com um dom mágico. Lá existe o velho muito velho que inventa as palavras e a velha muito velha que destrói as palavras. Nessa sua jornada, Ynari também acaba descobrindo que a guerra faz parte do mundo: cinco aldeias da região estão lutando, cada qual por não ter algo que as outras aldeias possuem. Com a ajuda de suas cinco tranças, a menina vai dar aos povos as palavras que enfim lhes faltavam, mostrando que as crianças, com muita magia e ternura, podem mudar as aldeias e as ideias e acabar com todas as guerras. Mas Ynari também tem muito a aprender com essa aventura, como um novo sentido, cheio de magia, para uma palavra antiga: amizade. Em Ynari, a menina das cinco tranças, Ondjaki usa seu talento de poeta e a oralidade do português angolano para falar às crianças sobre as duras marcas que os quase trinta anos de guerra civil deixaram em seu país. Alguns termos típicos da cultura africana são esclarecidos em um glossário ao final do livro.

Romeu e Julieta - Ruth Rocha, Claudio Martins
Uma edição infantil, que apesar de levar o nome de um clássico, nada tem a ver com a famosa hsitória.
Escrita por Ruth Rocha, na coleção Sambalelê, é um livro que conta a história de duas borboletas, que viviam em um mundo onde as cores não podiam se misturam. Amarelo com amarelo, azul com azul etc. Com ajuda de amigos como o Ventinho, eles conseguem realizar um feito único e que muda a vida de todas as cores.