Seguidores

8 de jul. de 2010

6 de jun. de 2010

Saraiva-CHAPEUZINHO VERMELHO

Os meu PAIS se viram, se olharam nos olhos, se apaixonaram imediatamente. O meu PAI é uma mistura de negro com índio e minha MÃE descedente de portugueses...
Os corações batiam acelerados: TUMTUM, TUMTUM, TUMTUM...

Então, eles resolveram se casar e... começaram a ter filhos. Para cada vez que minha MÃE engravidava, o meu PAI comprava uma vaca. Sim, uma dessas vacas leieiras, para que a minha MÃE se alimentasse melhor e, o futuro bebê nascesse forrrrte! E lá vai: Um, dois, três... Alguém aqui acha que está bom? Um casal e três filhos forma família?

Mas os meus PAIS achavam que era preciso ter mais que três filhos e, continuaram: Quatro, cinco... dez, onze doze (EU) e continua...

Eu era uma bebezinha linda mas... os meus PAIS já não sabiam mais que nome colocar... JUVENTINA (em homenagem ao meu avó paterno Juvenal)??? Ou HEMENGARDA (pra ser chamada de HEME)??? Enfim, graças a DEUS, minha irmã que na época contava com 18 anos, me pegou nos braços e... achou que eu era parecidíssima com a minha vaca Mariana (eu tinha as duas orelhas grudadas na cabeça e dois buraco no nariz, alé de... ter um olho do lado esquerdo do rosto) ela sugeriu um nome que combinasse com o nome da vaca: Daí fiquei ELIANA!!!

CHAPEUZINHO VERMELHO






22 de mai. de 2010

KIARA TERRA

Dia 23/05/2010 estive na praça Víctor Civitta para assistir a uma apresentação da SOBERANA Kikita. O ANDRÉ estava lá com um primo. A história, como sempre LINNNNNDA DE VIVER! A participação do público infantil e adulto... é o mááááximo.


A KIARA, conta experiências que traz guardadas num "arcabouço" riquíssimo! Eu adorei quando ela disse que... a BAHIA é tão longe pra uma criança de três anos ir de carro que... Passa a impressão de que não existe, rsrs!




Num determinado momento, eis que me cai uma big-folha de seringueira na cabeça! Levei um sustão, rsrs, sobrevivi! O legal é que... quando dou fé, estava eu frente a bilheteria da Estação de trem, lutando para segurar a folha, abrir a bolsa, pegar o dindim para comprar os bilhetes... Ops!!! Por que estou com essa folha na mão??? Ah, já que trouxe até aqui, vou levá-la pra casa. O pessoal que passava por mim não entendia nada. Também não entendi mas, a gente não precisa entender tudo né?!

14 de mai. de 2010

Bastidores...




Saraiva em 08 de maio de 2010 - Lendas Japonesas

A Chaleira da Sorte

A Chaleira da Sorte - No folclore japonês, o guaxinim é um tipo de cão mágico, que possui força física bem acima do normal e grandes poderes sobrenaturais e de transformação. Animais com o poder de transformação, tanto para propósitos maléficos como benéficos. Neste caso, o guaxinim chamado Bunduku, assumiu a forma de uma Chaleira Mágica para fins benéficos e, numa demonstração de gratidão, trabalhou incansavelmente para um casal que, mesmo sendo muito pobres e não tendo alimento nem mesmo para o próprio sustento, se propôs a cuidar dele sem sacrificá-lo com fogo, polimentos ou qualquer atitude que lhe pudesse ser dolorosa. O casal, tendo provisões para uma vida tranquila, realizou o desejo de Bunduku, que era terminar os seus dias em um templo. Já trabalhando com o método de HISTÓRIA ABERTA, o público teve a oportunidade de acrescentar detalhes à história, bem como características dos personagens... Experimentamos sensações e sentimentos além de, concluir a história com as impressões de cada participante.



O Pássaro Encantado ou “O grou” (Tsuru) Narra a história de um mágico e talentoso pássaro branco que caiu numa armadilha de algum caçador malvado. No inverno, numa floresta gelada teria morrido não fosse a solidariedade de um lenhador que, de volta a casa, ouviu o lamento do Pássaro e o salvou, livrando-o da armadilha e devolvendo-lhe a liberdade. O Pássaro Magico então, voltou em forma de uma linda menina, prestativa e talentosa para assim, agradecer à bondade do solitário casal de velhinhos...
Lendas Japonesas- Ed. ROCCO - O livro é maravilhoso, as histórias são encantadoras e as ilustrações lindas. À cada apresentação, contei ao público histórias diferentes. Em O GROU (mais conhecido como Tsuru) o pássaro depois de ser salvo de uma armadilha por um lenhador, em agradecimento, voltou na forma de uma gentil menina que, se sacrificava para ajudar o casal a sobreviver ao frio, à fome e à solidão.

Já trabalhando com o método de HISTÓRIA ABERTA, o público teve a oportunidade de acrescentar detalhes à história, bem como elementos na paisagem, cores... Experimentamos sensações e sentimentos além de, concluir a história com as impressões de cada participante.

Pesquisando a lenda O GROU aprendi que o grou/tsuru tem o dom de realizar os nossos desejos, pois se dobrarmos mil grous, depositando em cada um a nossa fé e esperança, o nosso desejo será realizado. Dobram-se grous para enviar a pessoas doentes expressando o desejo do seu restabelecimento. Esta prática está relacionada com uma lenda. Em toda a Ásia o seu significado é: eterna juventude; felicidade; longevidade. Muitas pessoas conhecem a história de Sadako, a menina que estava em Hiroshima quando a primeira bomba atómica foi lançada sobre a população. A melhor amiga de Sadako, Chizuko levou-lhe uns papéis de origami e contou-lhe a velha lenda japonesa, a dos 1000 tsurus, e que se ela os dobrasse teria o seu desejo de cura concedido (efeitos da bomba atômica). À cada grou que Sadako dobrava era como uma prece e dizia-lhe: “Vou escrever Paz nas tuas asas e vais voar à volta do Mundo”. E assim a sua prece era não só pela cura e pela felicidade, mas também pela Paz.
Pais e filhos...
Mudei o rumo da oficina, direcionando para o DIA DAS MÃES que seria no dia seguinte... Então fizemos "marcadores de páginas" em formato de coração, com fita bordô e uma folha na outra extremidade. Enfeitamos o coração com pedacinhos de E.V.A. O resultado ficou bem legal!!!




Não faltaram corações cheios de carinho...


Para a avó paterna, materna, para a mãe, a tia, a professora...

Algumas mães, como esta por exemplo, foram "resgatadas" de outros setores da loja, juntamente com os filhos. Valeu a pena!!!


Aqui, a Nathália com a irmãzinha Nina, as duas brincaram, se divertiram um tanto.

Ahhh!!! I-NES-QUE-CÍ-VEL Ana Júlia!!! Muito simpática, rsrs, fazia questão de me dizer sempre "Adorei te conhecer"!!! Despediu-se de mim (duas vezes!!!) com abraços e beijinhos carinhosos. Se alguém, porventura, souber de algo mais gratificante que o carinho sincero, desinteressado, gratuíto de uma criança tããão adorável... Me diga. ANA JÚLIA vou repetir um pouco das suas palavras, rsrs: FOI UM IMENSO PRAZER CONHECÊ-LA!!! Muito obrigada pela tarde maravilhosa que passamos juntas.

Esta avó já estava lá sentadinha quando chegamos e, permaneceu lá o tempo todo. Com os olhos fixos, prestando atenção em cada um dos meus movimentos, curtindo cada momento. Consegui levá-la ao cenário onde se passava a história e ela se deliciou, bebeu a história... Se embriagou com as palavras. Era delicioso quando o meu olhar encontrava com os olhos dela que brilhavam, fascinada que estava com "O Pássaro Encantado".

30 de abr. de 2010

Arco-Íris BASTIDORES

Esse foi o dia em que confeccionamos "colares com canutilhos de papel".
Eu estava ainda "vestindo" bonequinhas para o MEU colar... Encontraram as bonequinhas e se encantaram, rsrs...

THAÍS e ISABELLE

ISABELA e LÍGIA

THALITA. A minha "ajudante oficial" (e indispensável) na turma da tarde. Ela está asssim EXIBIDA porque agora tem um colar novinho e... feito por ela mesma!!! É isso aí meninas!!! Vocês são capazes.