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31 de ago de 2011

ROSE Contando Histórias

Esta é a ROSE, Contadora de História que também trabalha no Programa Recreio nas Férias aqui em Osasco. Apesar disso, nós não nos conhecíamos. Foi um prazer imenso tê-la conhecido e ter visto a apresentação dela no Programa Prefeito em seu Bairro no Jardim Rochdalle.
A ROSE contou várias vezes a história da chapeuzinho vermelho. Usou um fantoche todo fofo, 3 em : Capeuzinho-Vovó e Lobo!!! Amei o fantoche! ela me deixou fotografá-lo e eu já fiz um pra mim, rsrs. A ROSE contando história é uma inspiração gostosa de ver, ouvir, sentir... ADOREI!!!



Aula de maquiagem... PALHAÇOS

 Palhaços!!! Rsrs, turma "8"
ADOROOO

 EU de peruca de lã, feita por mim!

 Esse chapéu eu fiz usando um cachepô. GOSTEI!!!

Fantoche TRIPLO Chapeuzinho-Vovó-Lobo




23 de ago de 2011

Projeto Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

DIA INTERNACIONAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

A 37ª Sessão Plenária Especial sobre Deficiência da Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas, realizada em 14 de outubro de 1992, em comemoração ao término da Década, adotou o dia 3 de dezembro como Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, por meio da resolução A/RES/47/3. Com este ato, a Assembléia considera que ainda falta muito para se resolver os problemas dos deficientes, que não pode ser deixado de lado pelas Nações Unidas.
A data escolhida coincide com o dia da adoção do Programa de Ação Mundial para as Pessoas com Deficiência pela Assembléia Geral da ONU, em 1982. As entidades mundiais da área esperam que com a criação do Dia Internacional todos os países passem a comemorar a data, gerando conscientização, compromisso e ações que transformem a situação dos deficientes no mundo. O sucesso da iniciativa vai depender diretamente do envolvimento da comunidade de portadores de deficiência que devem estabelecer estratégias para manter o tema em evidência.


Soldadinho de Chumbo-Andersen
De um pedaço de cano velho de chumbo, surgiram 25 Soldadinhos de Chumbo, com espingardas ao ombro e uniformes em vermelho e azul.
Aoserem tirados da caixa pelo aniversariante, foram colocados numa mesa bem enfileiradinhos. Seriam idênticos não fosse por um deles que só tinha uma perna (a quantidade de chumbo era pouca e não deu para a outra), mas, isso não impedia que êle ficasse em pé como os outros.
A sala estava cheia de brinquedos mas, o que mais chamava a atenção do Soldadinho era uma senhorita à porta de um castelo de papel. Vestida de bailarina num tecido vaporoso, com um xale seguro a uma lantejoula, tinha braços e uma das pernas levantados; o Soldadinho mal conseguia ver, de tão levantada a perna estava. Pensou, então, que ela também , como êle, teria uma só perna. O Soldadinho se apaixonou, embora se achasse pobre morando numa caixa de sapato e ela linda, num castelo.
À noite, acontecia sempre uma festa entre os brinquedos; só a Bailarina e o Soldadinho não se mexiam: êle, o tempo todo olhando para ela e ela naquela pose na pontinha do pé. À meia-noite, quando o relógio bateu....dom....dom..........,de dentro de uma caixa de rapé, pulou um duende que logo foi mandando o Soldadinho tirar os olhos de cima da Bailarina. Como êle não atendeu,o duende malvado o ameaçou:-" Espere só até amanhã, você vai ver uma coisa!" -Pela manhã, a ameaça se concretizou e o Soldadinho foi atirado, pelo vento,láaaaaaaaaa fóra. Como chovia, a água o levou e fez com que êle passasse por muitos lugares, pelas mãos de várias crianças e até por um peixe foi engolido, mas, tantas voltas deu que voltou ao seu ponto de partida. Reconheceu as crianças que brincara, os brinquedos seus amigos e principalmente, quem lá estava garbosa e linda? Sua senhorita. Êle quase chorou lágrimas de chumbo. Êles se olharam e nada disseram.
Não sabemos se o duende foi o causador, mas, uma das crianças, sem razão aparente, arremessou o Soldadinho ao fogo que ardia na lareira. Êle sentiu um calor horrível. Seria de amor? Os dois se olharam enquanto lentamente êle foi perdendo as cores e derretendo. Uma rajada forte de vento jogou a Bailarina na lareira e uma chama a consumiu, rapidamente. Deles só restou uma bolinha de chumbo em forma de coração e uma lantejoula queimada preta como carvão.

Projeto "Consciência Negra"

Menina Bonita do Laço de Fita - Ana Maria Machado
Um coelho branco apaixonado por uma criança negra. Isso é possível? Sim, e a comprovação está nas páginas do livro Menina bonita do laço de fita, de Ana Maria Machado. Nosso coelhinho, aliás, vai além: quer também ter a pele escura, igualzinha à da linda menina.
O simpático coelhinho faz de tudo para conseguir seu intento: entra numa lata de tinta preta, come jabuticabas até passar mal e toma inúmeras xícaras de café. Tudo em vão!
Entretanto, quando a lindíssima mãe da criança entra em cena, tudo se explica para o curioso animal. Daí para a frente, o coelho segue um caminho natural que o leva a se aproximar cada vez mais de sua admirada criança negra e do seu objetivo de ter os pêlos escurecidos.
Além do caráter lúdico de sua criação, a autora coloca em cena, nesta obra, diversos aspectos muito debatidos nos dias de hoje, como a auto-estima das crianças negras e a fraternidade inter-racial. Razão suficiente para tornar Menina bonita do laço de fita um excelente livro infantil, com alta dosagem de sensibilidade.

As Tranças de Bintou - Sylviane A. Diouf
O sonho de Bintou, uma menina africana, é ter tranças como todas as mulheres mais velhas de sua aldeia. Mas, como ainda é criança, tem de se contentar com os birotes.
As tranças de Bintou é uma história comovente que permite repensar o Brasil através dos costumes africanos. A autora Sylviane A. Diouf, filha de pai senegalês e mãe francesa, criou uma delicada história sobre a angústia do rito de passagem e o aprendizado do crescimento. As ilustrações de Shane W. Evans reforçam beleza, tradição e encantamento da cultura africana. Um belo exercício de respeito à pluralidade cultural e ao amadurecimento. Para crianças alfabetizadas. 



Ynari - A menina das cinco tranças - Ondjaki
Ynari é uma menina com cinco tranças e muita vontade de conhecer as palavras do mundo. Certa manhã, passeando perto do rio, Ynari encontra um homem pequenino, de uma aldeia distante da sua, onde vivem muitos seres pequenos por fora e grandes por dentro, cada um com um dom mágico. Lá existe o velho muito velho que inventa as palavras e a velha muito velha que destrói as palavras. Nessa sua jornada, Ynari também acaba descobrindo que a guerra faz parte do mundo: cinco aldeias da região estão lutando, cada qual por não ter algo que as outras aldeias possuem. Com a ajuda de suas cinco tranças, a menina vai dar aos povos as palavras que enfim lhes faltavam, mostrando que as crianças, com muita magia e ternura, podem mudar as aldeias e as ideias e acabar com todas as guerras. Mas Ynari também tem muito a aprender com essa aventura, como um novo sentido, cheio de magia, para uma palavra antiga: amizade. Em Ynari, a menina das cinco tranças, Ondjaki usa seu talento de poeta e a oralidade do português angolano para falar às crianças sobre as duras marcas que os quase trinta anos de guerra civil deixaram em seu país. Alguns termos típicos da cultura africana são esclarecidos em um glossário ao final do livro.

Romeu e Julieta - Ruth Rocha, Claudio Martins
Uma edição infantil, que apesar de levar o nome de um clássico, nada tem a ver com a famosa hsitória.
Escrita por Ruth Rocha, na coleção Sambalelê, é um livro que conta a história de duas borboletas, que viviam em um mundo onde as cores não podiam se misturam. Amarelo com amarelo, azul com azul etc. Com ajuda de amigos como o Ventinho, eles conseguem realizar um feito único e que muda a vida de todas as cores.

8 de ago de 2011

Projeto - DIA DOS AVÓS - Dicas de Leituras



A colcha de retalhos

Vamos conhecer a convivência de Felipe com sua avó. Uma avó que conta histórias, faz coisas gostosas... enfim, aquela avozinha que todo mundo gostaria de ter uma.

Recortando retalhos para fazer uma colcha, os personagens vão reunindo e costurando lembranças. Entre recordações engraçadas, tristes, alegres e embraçosas, Felipe descobre o sentido da saudade.

Nesta história são resgatados os valores das memórias que fazem parte da constituição da identidade de cada um.



Bonita, é assim que vovó me chama

Autor: Barbara M. Joosse
Ilustrador: Barbara Lavallee
Tradutor: Jose Feres Sabino
Tema: Relacionamento entre avó e neta

Dos mesmos criadores do best-seller Mamãe, Você Me Ama? Uma história meiga, que revela o quanto o amor de uma avó é eterno e incondicional.



Porcolino e Vovó

Autor: Margaret Wild
Ilustrador: Stephen Michael King
Tradutor: Gilda de Aquino
Tema: Relacionamento entre avó e neta

Porcolino adora sua vovó. Ele esperou a visita dela o dia todo. Por que ela ainda não veio? A vaca, o cavalo, o pato e o carneiro, todos acham que ela já está chegando. - Mas por que ela está demorando tanto?


OS MÚSICOS DE BRÊMEM
Contos De Grimm
Um burro, um gato, um cão e um galo saíram estrada afora, tocando e cantando. Mas tiveram
 de ser corajosos e espertos para garantir sua liberdade. Essa bonita história clássica dos irmãos Grimm, 

Com texto em português de Maria Heloisa Penteado e ilustrações da artista russa Anastassija Archipowa.


O GUARDA-CHUVA DO VOVÔ
“O vovô morava na casa da vovó.” Assim começa o relato de uma menina sobre sua relação com um misterioso avô que “nunca saía do quarto” e “não gostava de nada”. Uma relação afetiva na distância e que só vem a se concretizar por meio de um objeto de seu avô, herdado por ela: um guarda-chuva.


A Velhinha Que Dava Nome às Coisas
Autor: Cynthia Rylant  
Ilustrador: Kathryn Brown  
Tradutor: Gilda de Aquino
Tema: Adoção   Terceira Idade



Era uma vez uma velhinha que já não tinha nenhum amigo, pois todos eles haviam morrido. Por isso, ela começou a dar nome às coisas que durariam mais que ela: sua casa, seu carro, sua poltrona. Até o dia em que um cachorrinho apareceu no seu portão. Então, a velhinha acaba dando um nome ao cachorrinho, mesmo correndo o risco de sobreviver a ele. A autora trata sutilmente de solidão e perda. As bonitas ilustrações, em aquarela de traço firme, imprimem graça e leveza ao texto.
Até passarinho passa
Bartolomeu Campos de Queirós


Nossa casa já não existe. A memória do narrador desloca-se para o tempo em que a casa ainda não passara, estava lá, com a varanda de ladrilhos xadrez, frios e limpos em que se enroscavam galhos de maracujá. De dia, borboletas, abelhas, cigarras; de noite, vagalumes pingando luz e miúdos insetos dançarinos ao redor da lâmpada. A varanda de ladrilhos xadrez, frios e limpos em que se queixava das partidas, das perdas, dos desencontros; que acolhia suspiros, suspeitas e sonhos. Era na varanda que os passarinhos vinham colher migalhas deixadas de propósito. Aos olhos encantados do menino que já adivinhara possuir alguma pequena tristeza trazida pela chuva fina, pelo absurdo do presente, pelo convite que a madrugada fazia para viver mais um dia, os passarinhos pareciam existir sem tristeza, em suas penas brilhava só contentamento. Dentre todos os passarinhos, havia um mais amado. O menino aguardava ansioso sua presença, que aquecia a varanda de ladrilhos frios e limpos. Mas numa manhã, ao acordar, o menino vê, com olhos embaçados de perda e susto, um pequeno embrulho de penas no chão da varanda agora mais fria. No escuro da primeira noite, em crua solidão, um pensamento acompanha o menino: até passarinho passa.




Projeto - DIA DOS PAIS - Dicas de Leituras

Projeto - DIA DAS MÃES - Dicas de Leituras


A vaca que botou um ovo
 (Andy Cutbill)
Mimosa morava numa fazenda, era uma vaca bonita e saudável, mas vivia triste por não se
achar especial. Afinal de contas, as outras vacas sabiam andar de bicicleta e plantar bananeiras!
Preocupadas com a sua tristeza, as galinhas arquitetaram um plano muito esperto:
colocaram
um ovo malhado onde Mimosa dormia. Quando ela acordou levou um susto daqueles e as outras
vacas ficaram sem fala. Foi um alvoroço só e Mimosa virou a atração da fazenda, atraindo
multidões de pessoas e jornalistas de todos os cantos. Finalmente Mimosa se sentia especial!
O problema é que as vacas ficaram cismadas, achando que aquilo era uma fraude e começaram
a vigiar Mimosa, que chocava como uma mãe zelosa o seu ovo. Os dias iam passando e nada acontecia com o ovo..... Até que, numa manhã, para a surpresa de todos o ovo rachou e uma
bolinha marrom cheio de penas saiu da casca. Era uma galinha!As vacas, todas prosas, acharam
que tinham desmascarado Mimosa, mas foi então que a criaturinha olhou para sua mãe-vaca e
gritou bem alto: Muuuuuuuuuuuu!

Uma divertida história que mostra que o amor é muito
maior  do que qualquer diferença que existe entre nós.
O Bordado Encantado

Uma história da tradição oral, reescrita e ilustrada recupera a aventura de três jovens, filhos de uma bordadeira, em busca de um bordado incomparavelmente belo, que é levado pelo vento quando a mãe ia mostrá-lo aos vizinhos. Prêmios: Altamente recomendável FNLIJ - Categoria Criança (1996) Prêmio Adolfo Aizen - Ilustração Categoria Criança (UEB) (1997) Prêmio Jabuti (1997)



Quando Mamãe Virou um Monstro
Autor: Joanna Harrison
Ilustrador: Joanna Harrison
Tradutor: Gilda de Aquino
Tema: Amor Boas Maneiras Família Obediência
Tema Transversal: Ética

Ao receber a notícia de que os sobrinhos vêm lanchar, mamãe fica desesperada. A casa está uma bagunça, não há nada para servir para as visitas e a pobre mãe não sabe por onde começar... Enquanto isso, os filhos só pensam em brincar. Em vez de arrumar suas coisas, sempre encontram outras para desarrumar, um motivo para brigar e outro para chorar. De repente, uma coisa estranha acontece com Mamãe...


O Beijo
Autor: Valerie D' Heur
Ilustrador: Valerie D' Heur
Tradutor: Dieter Heidemann
Tema: Amor Emoções Família Relacionamento Mãe e Filho

Bala, chiclete, chocolate! Brinquedo, sorvete, figurinha! Passeio, cafuné, pizza, pirueta! Cambalhota, brigadeiro, bicicleta... Delícias? Delícias! Mas nada, absolutamente nada comparado a um beijo. Aliás, nada nesse mundo substitui aquele beijo! Que beijo? O beijo da mamãe, é claro!!! Porém... “mamãe saiu apressada esta manhã e esqueceu de me dar um beijo. Eu preciso de um beijo. E por isso vou procurar meus amigos. Mas ninguém sabe dar aquele beijo e mamãe ainda não está em casa. O que posso fazer?” Em O Beijo, o texto de Valérie D'Heur compõe, com uma doce suavidade, a mais perfeita e deliciosa harmonia junto à delicadeza de suas ilustrações para falar de um tema tão terno e tão presente na relação, na troca de afeto entre mães e filhos. Sem o beijo de sua mãe, o pequeno pássaro fica perdido. Pensa em mil soluções e acaba por fazer uma emocionante descoberta: tão gostoso quanto ganhar um beijo, é DAR um beijo!!!



Macaco Danado
Autor: Julia Donaldson
Ilustrador: Axel Scheffler
Tradutor: Gilda de Aquino
Tema: Ciências Diversidade Animal Família Metarmofose

Borboleta e macaquinho saem em busca da mamãe macaca. Ela tem uma cauda elegante, mas não é uma cobra; tem pernas compridas, mas não é uma aranha; vive saltando, mas não é sapo. Macaco Danado mostra que muitas vezes a descrição de parte de um todo pode nos remeter a outro todo, completamente diferente. Principalmente em se tratando de macacos, borboletas e seus respectivos filhotes: a maior dificuldade da borboleta está em entender que a mãe do macaco é parecida com ele, pois filhote de borboleta (a lagarta) não se parece com borboleta adulta.

Projeto - DIA DOS PAIS - Dicas de Leituras

Projeto - DIA DOS PAIS - Dicas de Leituras


O pato que chocou
Texto: Isabella Barbosa /
Ilustrações: Anielizabeth
Temas transversais: Relacionamento familiar, diversidade, companheirismo.

O pato que chocou é uma história que fala da família. Uma família nem sempre ideal, dentro dos padrões convencionais, mas uma família de verdade. A história de Patina, uma pata que some durante o período que deveria chocar seus ovos, e de Patoso, um pato preocupado que resolve chocar os ovos. As relações familiares e sociais permeiam essa linda história de amor.



O Homem Que Amava Caixas
Autor: Stephen Michael King
Ilustrador: Stephen Michael King
Tradutor: Gilda de Aquino
Tema: Amor, Auto-expressão, Família, Personalidade, Relacionamento Pai e Filho
Tema Transversal: Ética

Este livro fala de maneira simples e bonita sobre o relacionamento entre pai e filho. Com ilustrações alegres e muita sensibilidade, O Homem que Amava Caixas conta a história de um homem que era apaixonado por caixas e por seu filho. O único problema é que, como muitos pais, ele não sabia como dizer ao filho que o amava.

Projeto - PRIMAVERA - Dicas de Leituras

O Enigma da Lagoa
Autor: Milton Célio de Oliveira Filho
Ilustrador: Maté
Tema: Animais, Aventura, Meio Ambiente, Suspense
Os bichos dependiam da lagoa. Sem ela não havia como se refrescar e saciar a sede – o pavão até mesmo a usava como espelho. Quando suas águas começaram a desaparecer, gota a gota, foi um rebuliço. Quem seria o responsável?

E a Lua Sumiu
Autor: Milton Célio de Oliveira Filho
Ilustrador: Maté
Tema: Meio Ambiente
A Lua sumiu, e os bichos reuniram-se para desvendar o mistério. Enquanto os vagalumes forneciam luzes de emergência, palpites pipocavam para todos os lados. A preocupação era única: que um dia, eles teriam a lua de volta para iluminar a noite escura?